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Esta é uma pequena coleção de alguns curiosos tratados alquímicos que foram republicados por AE Waite em 1893. De acordo com o prefácio, Waite os encontrou em um manuscrito pertencente a um colecionador de livros ocultistas.
Vejo nos dias de hoje as pessoas iniciando seus estudos da magia do Lemegeton pelo lado errado. O Ars Goetia é sim o primeiro livro na ordem natural. Contudo, como outros grimórios de magia, a ordem dos livros ou capítulos não está certa para a correta compreensão de todo seu conteúdo. Aprendi com meu pai (Ricardo Bélli) que a ordem era a seguinte: Ars Notória, Ars Almadel, Ars Paulina, Ars Theurgia Goetia e Ars Goetia (Liber Malorum Spiritum seu Goetia), e eu sei que, a princípio, a proposta pode parecer um pouco estranha, por serem os livros na ordem de trás para frente, ou seja, trazendo para mais perto de si, do mais elevado para o mais profano, de Kether a Malkuth.
“Rituais da Kabbalah para o dia-a-dia” é uma compilação valiosa de rituais e exercícios práticos que visam conectar os praticantes com as energias das diferentes Esferas e Caminhos da Árvore da Vida, de acordo com a tradição cabalística. Esses rituais têm como objetivo trazer a espiritualidade e a sabedoria da Kabbalah para a vida cotidiana, permitindo que os praticantes mergulhem nas energias e nos mistérios contidos em cada Sephira.
A Árvore da Vida é uma representação simbólica dos princípios divinos e das várias dimensões do universo, conforme concebido na tradição cabalística. Cada uma das dez Esferas, ou Sephiroth, possui atributos e qualidades únicas que podem ser exploradas e incorporadas em nossa jornada espiritual.
Os rituais e exercícios contidos nessa compilação fornecem um guia prático para acessar conscientemente as energias das Sephiroth. Eles podem envolver práticas meditativas, visualizações, invocações, afirmações e outras técnicas que permitem que o praticante estabeleça uma conexão direta com cada Esfera da Árvore da Vida.
Ao realizar esses rituais no dia-a-dia, os praticantes têm a oportunidade de expandir sua consciência, fortalecer sua conexão com o Divino e trabalhar com aspectos específicos de seu desenvolvimento espiritual. Cada Sephira tem seus próprios dons e desafios, e ao se envolver com os rituais propostos, é possível explorar e integrar essas qualidades em nossa vida diária.
“Rituais da Kabbalah para o dia-a-dia” é um recurso importantíssimo para aqueles que desejam aprofundar seu conhecimento e prática da Kabbalah, permitindo que a sabedoria ancestral dessa tradição permeie todos os aspectos de sua existência. Ao incorporar esses rituais em nossa rotina, podemos cultivar uma conexão mais profunda com o divino e desvendar as camadas mais sutis e poderosas do nosso próprio ser.
O livro Aurea Catena Homeri contém uma síntese parcial de várias traduções da Corrente de Ouro de Homero. Esta obra é também conhecida pelos seguintes nomes: “Anéis de Platão” e “O Superior e o Inferior de Hermes” Há uma tradução francesa na Biblioteca Nacional sob o título “La Nature Dévoilée” (Natureza Revelada).
Este texto é certamente o melhor que se conhece sobre a Teoria Alquímica. A versão mais antiga parece ter sido escrita por volta do ano 1700.
O todo é baseado em uma série de dez símbolos (mesmo número das Sephiroth da Qabalah). Com exceção do último que contém um ponto no centro, esses símbolos consistem apenas em linhas verticais ou horizontais em um círculo. Os círculos são o símbolo de Vênus, o receptáculo feminino universal. As linhas são os símbolos de Marte, o símbolo da semente masculina. A linha vertical é ácida, a linha horizontal é alcalina. Os dez símbolos representam os dez estágios da fecundação universal.
JEAN DUBUIS
A Turba Philosophorum, também conhecida como Assembleia dos Filósofos, é um dos mais antigos textos de alquimia europeus. Considera-se que foi escrito c. 900 DC Nove filósofos participam de uma discussão, sendo, uma vez transcrito o texto para o árabe original, Anaximandro, Anxímenes, Anaxágoras, Empédocles, Arquelau, Leucipo, Ecfanto, Pitágoras e Xenófanes. As declarações dos filósofos, embora geralmente diferentes das crenças conhecidas dos pré-socráticos, são geralmente reconhecidas como consequências da filosofia grega. Discutem a matéria, como ela atua, e relacionam isso com a cosmologia, com três teses apresentadas por Xenófanes em seu discurso de encerramento, sendo: 1) O criador do Mundo é Alá, o Deus do Islã; 2) O mundo é de natureza uniforme; 3) Todas as criaturas do mundo superior e inferior são compostas de todos os quatro elementos.