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“A Cabala Mística” é um livro escrito por Dion Fortune, uma renomada ocultista do século XX. Nesta obra, Fortune explora os princípios e práticas da Cabala, uma tradição mística judaica que se concentra na compreensão da natureza de Deus e do universo. No livro, Fortune apresenta uma abordagem acessível e prática da Cabala, fornecendo uma visão detalhada dos conceitos fundamentais, como as Sephiroth (as dez esferas ou emanações divinas), os Caminhos (as conexões entre as Sephiroth), e a Árvore da Vida (um diagrama que representa a estrutura do universo). Ela também explora temas como a meditação cabalística, a interpretação dos símbolos cabalísticos e o uso da Cabala na magia ritual.
“Dogme et Rituel de la Haute Magie” (1896) é o primeiro tratado sobre magia ritual escrito por Éliphas Lévi, um dos maiores nomes no ressurgimento moderno da magia cerimonial. Com base em ensinamentos herméticos e cabalísticos, Lévi propõe, nesta obra clássica, uma nova abordagem para a prática mágica, focando em uma dimensão espiritual elevada. Sua meta central é a transformação interior do praticante, onde a magia deixa de ser apenas uma manipulação de forças externas e se torna um caminho de crescimento pessoal e espiritual. A obra é dividida em duas partes: a primeira aborda o dogma cabalístico e os fundamentos da magia, enquanto a segunda é dedicada à prática da magia cerimonial. Ao longo dessas seções, Lévi revela seu vasto conhecimento sobre os mistérios e segredos que cercam a tradição mágica, estabelecendo uma base teórica sólida para a magia como ferramenta de autoconhecimento e evolução espiritual.
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Em poucas palavras, o “Sepher Yetzirah – O Livro da Formação” parece mesclar técnicas meditativas, uma teoria cosmogônica e práticas mágicas. Sua influência não se restringiu a nenhum desses aspectos, pelo contrário: seu texto serve como base para teorias coesas que unificam gramática, numerologia, astrologia, magia e hermenêutica das Escrituras hebraicas. Desta forma, o leitor atento notará que seu texto não é um manual de magia, uma descrição sobre como meditar, muito menos uma cosmogonia. É tudo isso, mas não só isso. Trata-se, portanto, de um texto que exala o principal desejo e objetivo do pensamento judaico: a Unidade. Este desejo está presente no mistério da Torá. Segundo as lendas, seu texto é atribuído ao Patriarca Abraão. Entretanto, o próprio Sepher Yetzirah, em seu cap. VI, deixa claro que se trata de uma espécie de herança dos mistérios de Abraão: “Quando nosso Pai Abraão, que a paz esteja com ele, olhou, percebeu, entendeu, provou, gravou e talhou, sua criação alcançou o sucesso” (6:7), desta forma, parece mais uma consequência de um estado supra-humano do Patriarca Abraão. É um texto basilar da Cabalá e aqui, em edição comentada e bilíngue, o leitor é apresentado aos mistérios de um texto que é a base de todos os ramos da Cabalá.
O livro “História da Magia” (1859), de Éliphas Lévi, é uma das obras mais emblemáticas do autor e um marco na literatura esotérica ocidental. Nele, Lévi explora a evolução histórica da magia desde as civilizações antigas até os tempos modernos, apresentando-a não apenas como um conjunto de práticas misteriosas, mas como um sistema filosófico e espiritual profundamente ligado à história da humanidade. A obra analisa as raízes da magia em diferentes culturas, destacando figuras importantes, como Hermes Trismegisto e Paracelso, além de explorar os símbolos, rituais e crenças que formam o núcleo dessa tradição. Com uma escrita envolvente e erudita, Lévi oferece uma visão que busca unir ciência, religião e espiritualidade, mostrando que a magia é uma expressão da busca humana por compreensão e transcendência.