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“Rituais da Kabbalah para o dia-a-dia” é uma compilação valiosa de rituais e exercícios práticos que visam conectar os praticantes com as energias das diferentes Esferas e Caminhos da Árvore da Vida, de acordo com a tradição cabalística. Esses rituais têm como objetivo trazer a espiritualidade e a sabedoria da Kabbalah para a vida cotidiana, permitindo que os praticantes mergulhem nas energias e nos mistérios contidos em cada Sephira.
A Árvore da Vida é uma representação simbólica dos princípios divinos e das várias dimensões do universo, conforme concebido na tradição cabalística. Cada uma das dez Esferas, ou Sephiroth, possui atributos e qualidades únicas que podem ser exploradas e incorporadas em nossa jornada espiritual.
Os rituais e exercícios contidos nessa compilação fornecem um guia prático para acessar conscientemente as energias das Sephiroth. Eles podem envolver práticas meditativas, visualizações, invocações, afirmações e outras técnicas que permitem que o praticante estabeleça uma conexão direta com cada Esfera da Árvore da Vida.
Ao realizar esses rituais no dia-a-dia, os praticantes têm a oportunidade de expandir sua consciência, fortalecer sua conexão com o Divino e trabalhar com aspectos específicos de seu desenvolvimento espiritual. Cada Sephira tem seus próprios dons e desafios, e ao se envolver com os rituais propostos, é possível explorar e integrar essas qualidades em nossa vida diária.
“Rituais da Kabbalah para o dia-a-dia” é um recurso importantíssimo para aqueles que desejam aprofundar seu conhecimento e prática da Kabbalah, permitindo que a sabedoria ancestral dessa tradição permeie todos os aspectos de sua existência. Ao incorporar esses rituais em nossa rotina, podemos cultivar uma conexão mais profunda com o divino e desvendar as camadas mais sutis e poderosas do nosso próprio ser.
Este romance é uma alegoria fantástica sobre o tema de que o amor é a única força redentora do mundo. Justin Lucas é membro de uma fraternidade secreta que busca realizar reformas sociais e internacionais por métodos ocultos. Ele trai a irmandade, usando sua secretária, Veronica Mainwaring, como médium ou vítima. Mas sua deslealdade recai sobre ele mesmo. Ele se torna morto em corpo e um vampiro em espírito – até que passa a amar Verônica e é chamado de volta à vida e à sanidade por ela. A história é inteligente na concepção e admiravelmente escrita, e a atmosfera misteriosa é bem mantida. — The Spectator , Londres, 18 de junho de 1927
VODOU HAITIANO – SERVIÇO AOS LWAS
O Vodou haitiano é uma espiritualidade bela, rica e complexa e repleta de oportunidades de experiências importantes e transformadoras. É verdade que o termo “vodou” foi incansavelmente associado à magia maléfica e a todo o tipo de perversidade, mas a realidade é muito distante desse cenário sinistro. O Vodou trata principalmente da interação entre o visível e o invisível e abarca todas as expressões da manifestação, sejam elas quais forem. No Vodou, encontramos beleza, equilíbrio, cura e também uma oportunidade de lidarmos com os aspectos que precisamos trabalhar em nós mesmos. Neste livro, o sacerdote de Vodou (oungan) Eduardo Regis apresenta este universo e abre o caminho para aqueles que quiserem iniciar seus contatos com os Lwas, os espíritos do Vodou. Eduardo apresenta práticas iniciais que podem ser realizadas em casa e por qualquer pessoa, sempre acompanhadas de uma explicação precisa acerca dos fundamentos do Vodou. Além disso, o livro é belamente ilustrado pelo oungan Diógenes Costa, um sacerdote experiente e talentoso, que nos dá sua visão pessoal e palpável de como é enxergar o invisível.
Em Vodou Haitiano: serviço aos Lwas você encontrará capítulos explorando uma a história do Haiti e a formação do Vodou, de maneira que fiquem claras as raízes dessa espiritualidade. O livro também se preocupa em esclarecer os fundamentos do Vodou, suas ferramentas e práticas mais corriqueiras e fala bastante sobre a importância dos ancestrais e dos Lwas, os espíritos do Vodou. Há uma detalhada explicação dos Lwas mais populares e menções a diversos outros. Por fim, neste livro o leitor aprenderá a realizar contatos com os Lwas e a fazer solicitações a eles.
Junto do livro teremos um conjunto de 26 cartões laminados no formato 10x17cm com os Vevês dos principais Lwas e suas respectivas imagens para serem usados como Oráculo ou no altar durante as devoções.
Teodiceia Psíquica – A Alquimia e transformação da alma pelo ponto de vista Martinista. Os princípios psíquicos do bem e do mal no paradigma Junguiano e sua discussão no Midrash judaico-cristão de Martinez de Pasqualy. Escrito por Ivan Corrêa.
Ivan Corrêa, Mestre em Psicologia Clínica pelo Núcleo de Estudos Junguianos do Programa de Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é psicólogo formado pela PUCSP, estudioso da psicologia junguiana e atua em clínica na cidade de São Paulo. Há anos, dedica-se à pesquisa da mística religiosa do Ocidente, com especial ênfase naquelas tradições que a história teve como heréticas, transitando principalmente entra os mitos gnósticos e herméticos.
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A filosofia é uma disciplina que pode ser desafiadora para se estudar, mas também é extremamente enriquecedora e gratificante.
Ao ser indagado qual seria o maior desafio na “Era de Desafio do Pensamento”, o filósofo alemão Martin Heidegger (1889 – 1976) respondeu que seria o fato de que ainda não havíamos começado a pensar. Por mais que possa parecer estranho, você já parou para refletir sobre o pensar? O que significa pensar? Será que Heidegger estava certo e ainda não aprendemos a pensar? Se, infelizmente, a resposta for positiva, como fazemos para pensar? E, se a resposta for negativa, como fazemos para continuar a pensar?
Como um verbo, Pensar é uma tarefa a ser executada, uma ação que a pessoa pode desempenhar. Contudo, não é qualquer tarefa. Pensar é como um projeto. Demanda uma organização imaginativa, pois há a necessidade de se vislumbrar, mesmo que vagamente, aquilo que o projeto será e reunir os elementos essenciais para a sua execução. Após a organização, existe a implementação do projeto em si, que, apesar de ter sido imaginada anteriormente, sempre apresenta diferenças quanto ao que foi imaginado, uma vez que apenas com a interação direta entre os elementos constitutivos do projeto é que conseguimos alcançar a sua realização. Esse momento, é a fase na qual você percebe as coisas acontecendo e o projeto começa a tomar forma, revelando-se de maneira única e inédita. Posteriormente, existe a “análise” do projeto, das metas alcançadas, da experiência organizacional e das consequências decorrentes da implementação do projeto.
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